United Airlines decreta que mulheres e negros deverão ocupar metade das vagas para pilotos

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Robert Alexander/Getty Images

A empresa americana de aviação United Airlines anunciou nesta semana que desenvolverá um treinamento específico para mulheres e negros que desejarem se tornar pilotos.

A ideia é preencher a metade das vagas para piloto, na próxima década, com pessoas que se enquadram naquela categoria.

O anúncio foi feito pelo Twitter:

“Nossa cabine de comando deve refletir o grupo diversificado de pessoas a bordo de nossos aviões todos os dias. É por isso que planejamos que 50% dos 5.000 pilotos que treinamos na próxima década sejam mulheres ou pessoas de cor.”

A empresa é mais uma que entra na chamada “woke culture”, mais conhecida, aqui no Brasil, como “lacração” – a ação deliberada de demonstrar “virtude” ao público.

O site Daily Wire ironizou a companhia aérea:

“Isso é obviamente ridículo. Quando você está voando em um tubo de metal, voando pelo ar a 500 milhas por hora, 35.000 pés acima do nada, a última coisa que deve estar na mente de alguém é a cor da pele do piloto ou se ele tem genitália masculina ou feminina.”