Os 9 riscos do uso de máscaras para a saúde (checados)

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Além do evidente desconforto do uso de máscaras faciais, o “hábito” forçado por leis e “orientações” internacionais pelo mundo pode ser extremamente danoso à saúde.

Circula nas redes sociais pelo mundo, uma lista de 9 riscos à saúde associados ao uso de máscaras faciais. As dicas foram extraídas de opiniões dadas por especialistas em variadas fontes. Analisamos cada uma delas dentro do que afirmam as próprias fontes citadas e confirmamos os riscos associados às máscaras. Com poucos alertas feitos pela OMS, o uso das máscaras vêm se tornando uma tendência que, no entanto, pode ser perigosa. Veja cada um dos 9 riscos que estão associados ao novo hábito.

1. Caries

O alerta vem de dentistas de Nova York, que informaram que metade de seus pacientes sofrem deterioração dental, retração gengival e mal hálito por utilizar máscaras. Embora sites de fact-checking neguem que existam evidências para essas condições, eles se referem às notificações a entidades responsáveis, o que dado o pouco tempo de uso (exclusivo a 2020 e início de 2021), é compreensível que careça de registros.

Os dentistas, porém, falam de suas experiências em consultório. “Temos visto inflamações nas gengivas de pessoas que não apresentavam isso, além de caries em pessoas que nunca haviam tido”, disse o dr. Rob Ramondi à Fox News.

Segundo os próprios checadores do site “factchecking”, além da experiência dos dentistas, Ramondi e seus colegas afirmam que o uso de máscara pode aumentar a secura da boca, já que as pessoas podem respirar mais pela boca ao usar a máscara, o que pode levar ao cultivo de bactérias. Esse risco já foi mencionado por especialistas, no EN, em outra matéria sobre os riscos do uso de máscaras.

Ainda segundo checadores, a American Dental Association também afirmou que “respirar excessivamente pela boca, usando máscara ou não, pode aumentar o desenvolvimento de boca seca, o que aumenta o risco de cáries”. 

O alerta que associa as máscaras ao possível aumento de cáries, portanto, é verdadeiro.

2. Deformações faciais (crianças)

Este alerta se refere a outra possível consequência da respiração pela boca, mas desta vez em crianças, que estão em fase de formação. De acordo com o jornal da Academy of General Dentistry (AGD), o uso de máscaras em crianças pode provocar uma respiração bucal, o que tem sido associado a mudanças faciais como “alargamento ou estreitamento facial, estreitamento bucal, aumento da altura do céu da boca, má oclusão dental e muitas outras mudanças faciais pouco agradáveis”, declarou o periódico. Como costumam ser as checagens deste tipo de conteúdo, o factchecking negou que a AGD tenha desacreditado as máscaras, mas confirma o alerta sobre a respiração bucal.

Segundo os verificadores, a entidade já pesquisou sobre causas de deformidades faciais associadas à respiração bucal em crianças, mas não fez nenhum estudo associando especificamente ao uso de máscaras. Isso não quer dizer que essa associação esteja errada, mas apenas que a entidade desconhece o grau concreto do risco. Mas não é só isso.

A mesma entidade já recomendou que pais lembrem sempre as crianças de respirarem pelo nariz quando utilizam máscaras, assumindo a tendência à respiração pela boca, hábito que comprovadamente pode causar deformações. A entidade não soube precisar a frequência necessária deste tipo de respiração para causar tais deformidades. Embora não tenha sido feito estudos sobre máscaras, o risco citado pode ser classificado como possível e suficiente para precauções e limitação do uso de máscaras em crianças.

3. Espinhas (acne) e outras reações de pele

A umidade e os germes que se acumulam nas máscaras favorecem as “lesões na pele do rosto, dermatites e irritações”, além do desenvolvimento de acne, de acordo com o órgão de Saúde Pública de Ontario, no Canadá. Esse alerta já foi feito em jornais brasileiros, como em um blog de saúde do UOL, segundo o qual “o uso de máscara no calor pode favorecer o aparecimento de acne, pois o acessório, além de irritar a pele por causa do contato direto, ajuda no aumento da umidade e da oleosidade na região”.

Ainda de acordo com o Journal of Dermatologic Clinics, o uso frequente pode estressar o sistema imunológico na pele, provocando cicatrizes permanentes. Crianças também desenvolvem infecções bacterianas que podem provocar manchas vermelhas e provocar até problemas renais.

Segundo estudo publicado na Journal of Primary Care & Community Health, as reações adversas na pele relacionadas ao uso de máscaras faciais foram de 54%, sendo a acne a mais frequente (39,9%), seguida de erupções na pele do rosto (18,4%), sintomas como coceira (15%). O estudo ainda mostra que o uso de máscara cirúrgica apresentou maior risco de reação cutânea adversa em comparação com a máscara de pano.

A duração do uso da máscara facial em mais de 4 horas por dia e a reutilização das máscaras aumentaram o risco de reações cutâneas adversas em comparação com a troca da máscara todos os dias, segundo o estudo.

4. Aumento do risco de contágio por Covid-19

O principal fator de aumento de risco de contágio, para quem utiliza máscaras, é a maior frequência de toque no rosto. “Ao usar uma máscara, os vírus exalados não seriam capazes de escapar e se concentram nas fossas nasais, entram nos nervos olfativos e viajam ao cérebro”, teoriza o médico Rossell Blaylock, neurocirurgião, em artigo do Centre of Research Globalization. A sua afirmação foi negada por jornalistas e outros especialistas, por ser demasiado teórica. No entanto, estudos no início da pandemia demonstraram que os grupos com uso de máscaras não tiveram redução do contágio em comparação com o grupo que não utilizou.

A ineficácia das máscaras já foi tratada por Estudos Nacionais e o assunto sempre evoca opiniões diversas entre os defensores do recurso.

Dr. James Meehan acrescenta:

“Uma nova pesquisa está mostrando que as máscaras de tecido podem estar aumentando a aerossolização do vírus SARS-COV-2 no meio ambiente, causando um aumento da transmissão da doença …”

5. Pneumonia bacteriana

O médico James Meehan, em uma conferência de imprensa em Oklahoma, salientou em 2020 que seus colegas relatavam um aumento de pneumonias bacterianas e que isso seria o resultado da umidade acumulada pelas máscaras. O vídeo da coletiva foi excluído do Facebook, mas recuperado em outro link. A censura a este tipo de informação acaba confirmando que ela confronta interesses.

Cada vez mais médicos vêm denunciando que o uso de máscaras faciais contra o Coronavírus/Covid-19 podem estar causando um aumento do número de pneumonias bacterianas, além de outras doenças diretamente ligadas ao uso delas, já que é indiscutível o fato de que as máscaras criam um ambiente propício para a reprodução de bactérias e outras doenças, afinal, ao utilizá-las, há um evidente aumento de CO2, além da umidade essencial para a reprodução deles.

Conforme a publicação original, um grupo de pessoas está processando a Prefeitura de Tulsa, incluindo o próprio Prefeito da cidade, além do Departamento Executivo de Saúde do local, afirmando que a obrigação de utilização de máscaras faciais está colocando em risco a saúde das pessoas. Vejam essa informação aqui.

Este grupo é representado por empresários e dois médicos, pedindo que a cidade imediatamente revogue qualquer ordens de obrigação de uso de máscara que foram aprovadas pela Prefeitura no último mês.

“Estou atendendo pacientes com erupções faciais, infecções fúngicas e bacterianas. Relatos vindos de meus colegas, em todo o mundo, sugerem que as pneumonias bacterianas estão aumentando […] Por que isso? Porque membros não treinados do setor público estão usando máscaras médicas, repetidamente […] de uma forma não estéril […] Eles estão se contaminados. Eles estão tirando-os do assento do carro, do espelho retrovisor, do bolso, da bancada e reaplicando uma máscara que deve ser usada nova e esterilizada todas as vezes.”

6. Baixa imunidade

Médicos alertam para os níveis reduzidos de oxigênio no sangue pelo uso das máscaras, levando à redução da clareza mental, letargia e imunidades reduzidas. Essa condição, conhecida como “hipóxia”, pode levar as pessoas a perder o foco e tomar más decisões que podem ser perigosas para os outros. As pessoas já estão adormecendo e desmaiando ao realizar tarefas rotineiras enquanto usam máscaras. O resultado pode variar de acidentes a si mesmo ou a outras pessoas, devido à falta de atenção, até uma tragédia social de maiores proporções. A probabilidade de infecções virais aumenta com hipóxia porque as defesas naturais do corpo estão degradadas.

Além disso, a toxicidade do dióxido de carbono pela capacidade reduzida do corpo de expulsar o dióxido de carbono, que é um produto residual de toda atividade celular. Retenção de umidade nos pulmões devido à retenção do vapor de água nos pulmões. A retenção de umidade nos pulmões é um fator importante associado a pneumonia, bronquite, infecções virais e bacterianas, asma e outras doenças respiratórias. O acúmulo de líquido nos pulmões pode ser muito difícil de tratar e pode resultar em morte em casos graves de pneumonia e outras doenças. Se os pulmões não conseguem respirar ar seco e expelir o ar úmido, pode ocorrer um congestionamento grave nos pulmões.

7. Germofobia

A germofobia ou o medo irracional dos germes estão entre as enfermidades psicológicas que podem ser causadas pelas máscaras. A partir de uma falsa sensação de segurança, somada à paranoia com limpeza pode agravar casos de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). De acordo com o Journal of Obsessive Compulsive and Related Disorders, pacientes que já sofriam com isso pioraram durante a pandemia. O artigo COVID-19, obsessive-compulsive disorder and invisible life forms that threaten the self, refere-se aos riscos de perda de identidade, a partir do temor patológico dos germes e de vírus, potencializado pelas notícias sobre a peste chinesa.

Essas enfermidades psicológicas são mais fáceis de ser tratadas quando não há um elemento que produza falsa sensação de segurança, como uma bóia de salvação, o que é representado pelas máscaras.

8. Toxidade

A maioria das máscaras é fabricada com produtos químicos tóxicos e até cancerígenos, como retardantes à chama, fibra de vídro e produtos químicos polifluorescentes, entre outras toxidades que expelem gases e são inalados pelo usuário.

Essa característica de toxidade, embora possa ter pouca relevância a pessoas saudáveis, podem resultar no desenvolvimento de problemas graves a quem tenha enfermidades preexistentes.

9. Tensão psicológica:

O dr. Joseph Mercola, autor do livro The Truth about Covid-19, escreveu que: “a verdadeira ameaça neste momento é o que estamos fazendo para sabotar a saúde mental, emocional e física de nossos filhos, cujo desenvolvimento depende das interações sociais, do contato físico e das expressões faciais”. Entre o uso de máscaras e o distanciamento social, temo que o impacto nas crianças em particular pode ser de longo prazo, senão permanente”, escreveu.

Pediatras vêm alertando para o fato de que crianças até certa idade entendem a obrigatoriedade de máscaras como um impedimento de falar. Isso especialmente nas fases de aprendizado da linguagem pode ser traumático e levar a problemas silenciosos que irão aparecer no futuro.

A máscara é muito mais que um utensílio de proteção. Nosso subconsciente está adaptado para interpretar as máscaras de forma não positiva. Ela está associada ou a uma pessoa com uma grave doença, ou a um assalto, situações que despertam nossos alarmes corporais, como pressão arterial, batimentos cardíacos etc, apesar de estarmos conscientemente tranquilos e compreensivos quanto à situação.