Inteligência artificial “ressuscita” estrelas do rock e do cinema

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Com o auxílio da inteligência artificial, novas ferramentas têm possibilitado a criação de versões digitais do visual e da voz de artistas.

Podemos citar como o exemplo o caso do ator Peter Cushing.

Morto em 1994, o astro de “Star Wars” fez parte do elenco de um dos mais recentes filmes da franquia intergaláctica.

Recentemente, uma versão virtual da voz do falecido cantor Freddie Mercury, da banda Queen, foi recriada para um programa de TV.

Usando inteligência artificial, a empresa Supertone fez com que um computador aprendesse timbre, entonação e respiração do músico, criando uma versão em sul-coreano assombrosamente semelhante à voz de Mercury.

Ainda no mundo da música, como noticiou a Renova, um software baseado em AI criou músicas de membros do famoso “Clube dos 27”, como parte do projeto “Lost Tapes of the 27 Club”.

Infelizmente, o uso desse tipo de inteligência artificial ainda é muito restrito, pois a tecnologia é caríssima.

Atualmente, é muito mais barato usar o CGI, que permite que estúdios recriem mortos, como aconteceu com o ator Paul Walker em “Velozes e Furiosos 7”.