Fabricantes não informam quantidade de alumínio nas vacinas, diz bióloga

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Em entrevista no EN Live Chat desta quarta-feira (7), no canal do Telegram de Estudos Nacionais, a bióloga e phD em nanotecnologia aplicada à biomedicina, Giovanna Lara, falou sobre as possíveis reações de vacinas como a Coronavac, que utilizam técnicas já conhecidas, mas que possuem riscos graves, como a quantidade não informada de alumínio na sua composição. A bióloga afirmou que essas reações não foram estudadas o suficiente, mas que o alumínio não é eliminado facilmente pelo organismo e estima que reações possam ocorrer em até seis meses após a vacinação.

Ela também reforçou que os conceitos utilizados nas vacinas de mRNA e DNA (Pfizer, Astrazeneca) são conceitos de doenças autoimunes e não de imunizantes. Ainda comentou sobre o caso de uma enfermeira que foi barrada no aeroporto após o detector de metais indicar que ela não tomou a vacina conforme havia informado. Presença de alumínio e ou radiação poderiam explicar o caso.

Ouça o áudio completo do chat de voz de Estudos Nacionais desta quinta-feira.