Brasil participa do maior exercício de defesa cibernética do mundo

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As Forças Armadas seguem contribuindo para o avanço do Brasil no desenvolvimento de tecnologias de defesa cibernética. 

Até a última quinta-feira (15), militares brasileiros participaram pela segunda vez do “Locked Shields”, o maior e mais complexo exercício internacional de defesa cibernética de dupla ação do mundo. 

Realizado de forma remota, o exercício reuniu mais de 2 mil especialistas em cibernética de 32 nações

Nesta última edição, a participação do Brasil foi diferente. O país foi convidado a compor sua própria equipe estratégica, que reuniu especialistas em cibernética do Exército Brasileiro, da Marinha do Brasil e da Força Aérea Brasileira.

O Brasil foi o único representante da América Latina.

O encerramento da participação brasileira na atividade foi realizado no Comando de Defesa Cibernética (ComDCiber), localizado no Forte Marechal Rondon, em Brasília.

Exercício Locked Shields em 2021

COMO FOI O EXERCÍCIO

Com duração de 1 ano, o exercício Locked Shields se baseou em um conflito simulado entre dois países fictícios. 

As situações propostas apresentaram diversas possibilidades da realidade atual, como as ameaças das deepfakes, a instabilidade do sistema financeiro e mudanças causadas pela crise da covid-19, como os crescimentos da automação e do trabalho remoto. 

Ao longo de todo o exercício, 5 mil sistemas virtuais foram alvejados por mais de 4 mil ataques cibernéticos. 

Além de defenderem os sistemas, os participantes do exercício tiveram de lidar com simulações de problemas legais e midiáticos.